Agente de IA · Viz: Guia de Configuração para Cenários de CRM
Usando o exemplo de CRM, aprenda como fazer seu analista de insights de IA realmente entender seu negócio e liberar todo o seu potencial.
1. Introdução: Fazendo o Viz ir de "Ver Dados" para "Entender o Negócio"
No sistema NocoBase, o Viz é um analista de insights de IA integrado. Ele pode reconhecer o contexto da página (como Leads, Oportunidades, Contas) e gerar gráficos de tendência, gráficos de funil e cartões KPI. Mas, por padrão, ele possui apenas as capacidades de consulta mais básicas:
Essas ferramentas permitem que o Viz apenas "reconheça a estrutura", mas ainda não "entenda o conteúdo" de verdade. Para capacitá-lo a gerar insights, detectar anomalias e analisar tendências, você precisa estendê-lo com ferramentas de análise mais adequadas.
No Demo oficial de CRM, usamos dois métodos:
- Overall Analytics (Mecanismo de análise de propósito geral): Uma solução padronizada, segura e reutilizável;
- SQL Execution (Mecanismo de análise especializado): Oferece mais flexibilidade, mas acarreta maiores riscos.
Essas duas opções não são as únicas; elas são mais como um paradigma de design:
Você pode seguir seus princípios para criar uma implementação mais adequada ao seu próprio negócio.
2. Estrutura do Viz: Personalidade Estável + Tarefas Flexíveis
Para entender como estender o Viz, você precisa primeiro compreender seu design interno em camadas:
Esse design em camadas permite que o Viz mantenha uma personalidade estável (lógica de análise consistente), ao mesmo tempo em que se adapta rapidamente a diferentes cenários de negócios (CRM, gestão hospitalar, análise de canais, operações de produção...).
Esta documentação foi traduzida automaticamente por IA.
3. Padrão Um: Mecanismo de Análise por Modelo (Recomendado)
3.1 Visão Geral do Princípio
Overall Analytics é o mecanismo de análise central no Demo de CRM. Ele gerencia todas as consultas SQL através de uma coleção de modelos de análise de dados (data_analysis). O Viz não escreve SQL diretamente, mas sim chama modelos predefinidos para gerar resultados.
O fluxo de execução é o seguinte:
Dessa forma, o Viz pode gerar resultados de análise seguros e padronizados em segundos, e os administradores podem gerenciar e revisar centralmente todos os modelos SQL.
3.2 Estrutura da Coleção de Modelos (data_analysis)
Exemplos de Modelos no Demo de CRM
3.3 Vantagens Deste Padrão
📘 Esta coleção
data_analysisnão precisa ter este nome. O ponto chave é: armazenar a lógica de análise de forma padronizada, para que seja chamada uniformemente por um fluxo de trabalho.
3.4 Como Fazer o Viz Usá-lo
Na definição da tarefa, você pode dizer explicitamente ao Viz:
Dessa forma, o Viz chamará automaticamente o fluxo de trabalho, encontrará o SQL mais adequado na coleção de modelos e gerará o gráfico.
4. Padrão Dois: Executor SQL Especializado (Usar com cautela)
4.1 Cenários Aplicáveis
Quando você precisar de análise exploratória, consultas ad-hoc ou agregações JOIN de múltiplas coleções, você pode fazer com que o Viz chame uma ferramenta SQL Execution.
As características desta ferramenta são:
- O Viz pode gerar consultas
SELECTdiretamente; - O sistema as executa e retorna o resultado;
- O Viz é responsável pela análise e visualização.
Exemplo de tarefa:
"Por favor, analise a tendência das taxas de conversão de leads por região nos últimos 90 dias."
Neste caso, o Viz pode gerar:
4.2 Riscos e Recomendações de Proteção
Recomendações gerais:
- Usuários comuns devem ter apenas a análise por modelo (Overall Analytics) habilitada;
- Apenas administradores ou analistas seniores devem ter permissão para usar o SQL Execution.
5. Se Você Quiser Construir Seu Próprio "Overall Analytics"
Aqui está uma abordagem simples e geral que você pode replicar em qualquer sistema (não dependente do NocoBase):
Passo 1: Projetar a Coleção de Modelos
O nome da coleção pode ser qualquer um (por exemplo, analysis_templates).
Basta incluir os campos: name, sql, collection e description.
Passo 2: Escrever um Serviço ou Fluxo de Trabalho de "Buscar Modelo → Executar"
Lógica:
- Receber a tarefa ou o contexto da página (por exemplo, a coleção atual);
- Corresponder a um modelo;
- Executar o SQL do modelo (somente leitura);
- Retornar uma estrutura de dados padronizada (linhas + campos).
Passo 3: Fazer a IA Chamar Esta Interface
O prompt da tarefa pode ser escrito assim:
Dessa forma, seu sistema de agente de IA terá capacidades de análise semelhantes às do Demo de CRM, mas será completamente independente e personalizável.
6. Melhores Práticas e Recomendações de Design
7. Do Demo de CRM para o Seu Cenário
Seja você trabalhando com CRM hospitalar, manufatura, logística de armazém ou admissões educacionais, desde que você possa responder às três perguntas a seguir, o Viz pode agregar valor ao seu sistema:
Depois de definir esses conteúdos, você só precisa:
- Escrever a lógica de análise na coleção de modelos;
- Anexar o prompt da tarefa à página;
- O Viz poderá então "assumir" a análise dos seus relatórios.
8. Conclusão: Leve o Paradigma com Você
"Overall Analytics" e "SQL Execution" são apenas duas implementações de exemplo. Mais importante é a ideia por trás delas:
Faça o agente de IA entender sua lógica de negócios, não apenas executar prompts.
Seja você usando NocoBase, um sistema privado ou seu próprio fluxo de trabalho personalizado, você pode replicar esta estrutura:
- Modelos centralizados;
- Chamadas de fluxo de trabalho;
- Execução somente leitura;
- Apresentação por IA.
Dessa forma, o Viz não é mais apenas uma "IA que pode gerar gráficos", mas um verdadeiro analista que entende seus dados, suas definições e seu negócio.

